Uma prática cada vez mais comum, e cada vez mais arriscada
Um dos alertas mais importantes feitos pelo Dr. Rodrigo Bomfim Ribeiro diz respeito ao uso de testosterona e anabolizantes sem acompanhamento médico, prática cada vez mais comum, incentivada por conteúdo não qualificado nas redes sociais e pela facilidade de acesso a substâncias fora de prescrição médica.
A confusão entre reposição hormonal terapêutica, indicada e monitorada por um médico, e uso indevido de anabolizantes, sem diagnóstico e sem controle, é uma das maiores fontes de dano à saúde reprodutiva e hormonal masculina hoje.
Riscos da automedicação hormonal
- Supressão da fertilidade, por vezes prolongada, mesmo após a suspensão do uso. Veja o mecanismo em testosterona e fertilidade.
- Atrofia testicular, decorrente da interrupção prolongada do estímulo natural aos testículos.
- Aumento do risco cardiovascular, especialmente com uso de doses supraterapêuticas.
- Policitemia (espessamento do sangue), que eleva o risco de eventos trombóticos.
- Alterações hepáticas, dependendo da via e da substância utilizada.
- Agravamento não identificado de condições prostáticas, por ausência de monitoramento com PSA e exame clínico.
- Dependência do uso contínuo, já que a supressão do eixo hormonal natural pode tornar a suspensão extremamente desconfortável.
| Critério | Reposição terapêutica (TRT) | Uso sem prescrição |
|---|---|---|
| Indicação | Hipogonadismo confirmado por exames | Sem diagnóstico |
| Dose | Individualizada e ajustada | Frequentemente supraterapêutica |
| Monitoramento | Hormônios, hemograma, PSA e avaliação clínica | Ausente |
| Fertilidade | Considerada antes de indicar | Supressão, às vezes prolongada |
Por que esses riscos passam despercebidos
Muitos desses efeitos se desenvolvem de forma silenciosa, sem sintomas perceptíveis nas fases iniciais. A policitemia, por exemplo, só costuma ser identificada em exame de sangue, e alterações prostáticas exigem PSA e exame clínico para serem detectadas precocemente. Sem esse acompanhamento, o paciente pode estar acumulando risco por meses ou anos antes de qualquer sinal de alerta perceptível.
A reposição hormonal, quando bem indicada e monitorada, é segura e eficaz. O problema não é a testosterona em si, é a ausência de diagnóstico, de dose individualizada e de acompanhamento médico contínuo.
O que fazer se você já usou ou usa essas substâncias sem prescrição
O primeiro passo é buscar avaliação médica, sem receio de julgamento. O Dr. Rodrigo Bomfim Ribeiro trata esse histórico como informação clínica essencial, não como motivo de constrangimento. A avaliação inclui exames hormonais, hemograma, PSA e avaliação cardiovascular, para entender o impacto real do uso e planejar, se necessário, uma transição segura para o acompanhamento médico adequado.
Como é a avaliação de segurança com o Dr. Rodrigo em São José do Rio Preto
Na Clínica Ágape Medicina, o histórico de uso é tratado como informação clínica, não como julgamento. Na consulta de 1h a 1h30, o Dr. Rodrigo Bomfim Ribeiro registra quais substâncias foram usadas, por quanto tempo, em que dose aproximada e há quanto tempo foram interrompidas, além dos sintomas atuais e do desejo de ter filhos. O exame físico inclui avaliação testicular, ginecomastia e pressão arterial.
Os exames cobrem o eixo hormonal (testosterona em duas dosagens, LH, FSH, prolactina, estradiol), o hemograma para policitemia, o PSA, o perfil lipídico e a glicemia, e o espermograma quando há interesse em fertilidade. A partir daí, define-se se houve recuperação do eixo, se há hipogonadismo a tratar e qual é a transição mais segura.
Sinais de que a avaliação não pode esperar
- Dor no peito, falta de ar ou pressão arterial elevada em quem usa doses altas.
- Rosto vermelho, dor de cabeça persistente ou tontura, possíveis sinais de policitemia.
- Redução do tamanho dos testículos ou aumento das mamas.
- Dificuldade para engravidar em quem usa ou usou testosterona; veja testosterona e fertilidade.
Quem tem hipogonadismo de verdade merece tratamento de verdade: diagnóstico, dose individualizada e acompanhamento. É isso que separa a reposição terapêutica do uso indevido.
Já usou testosterona ou anabolizantes sem acompanhamento? Faça uma avaliação de segurança com o Dr. Rodrigo Bomfim Ribeiro.
Agendar pelo WhatsApp